sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Nova Resolução do CNPE - Adição de 5% de biodiesel a partir de 2010

B5 será obrigatório em todo o território nacional a partir de primeiro de janeiro

A resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que estabelece o mínimo de 5% de adição de biodiesel ao óleo diesel comercializado ao consumidor final foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

O B5, que estava previsto em lei para começar a vigorar em 2013, será obrigatório em todo o território nacional a partir de 1º de janeiro do ano que vem, conforme anunciou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última sexta-feira.

De acordo com o CNPE, o maior uso do biodiesel na matriz energética nacional favorece a agregação de valor às matérias-primas oleaginosas de origem nacional, o desenvolvimento da indústria nacional de bens e serviços e a ampliação da geração de emprego e renda em sua cadeia produtiva.

A medida considera que o biodiesel é uma fonte energética renovável e favorece a redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. Também possibilita a redução da importação de diesel derivado de petróleo.

A adição não exigirá alteração dos motores e da frota veicular em circulação.

AGÊNCIA BRASIL (26/10/2009)





























Para acessar a resolução:

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Material Alexandre Machado e Marcos Antonio Soares

Aula Prof. Alexandre - Link

Fotos Aula Alexandre




















Aula Prof. Marcos - Link



Restam apenas 2 aulas: Ronaldo Perez e Warwick Manfrinato, em breve postaremos!!!
Att. Giovana

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Apresentações Eduardo Torres, Evandro Luiz Dall'Oglio, Luiz Borges

Eduardo Torres - ANP - Link

Evandro Luiz Dall'Oglio - UFMT- Link

Luiz Borges - IME - Link

Em breve postaremos as restantes

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Álcool polui tanto quanto gasolina, mostra estudo

Dados divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente mostram que o álcool combustível pode poluir tanto quanto a gasolina. E que os motores com menor potência chegam a poluir mais do que os equipamentos com maior capacidade. O cálculo foi feito com base na Nota Verde, que informa, para veículos fabricados em 2008, as medições da emissão de três gases poluentes - o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. Em relação ao CO2, um dos principais causadores do efeito estufa, o álcool, por ser renovável, tem suas emissões neutralizadas pela absorção de gases feita pelas folhas da cana-de-açúcar no cultivo da planta.


No ranking de 258 provas sobre poluição e emissão de gases a que as empresas submeteram os veículos, as melhores notas (que variam de 0 a 10) foram dadas a carros que usavam gasolina no momento dos testes. O campeão foi o Ford Focus 2008, motor 2,0 DOHC I-4 SFI, o que jogou por terra o mito de que veículos com motores menos potentes poluem menos. Pelo contrário. Do primeiro ao sétimo lugar entre os menos poluidores, prevaleceram os motores mais potentes, de 1,4 cilindradas a 3,5. De acordo com Márcio Veloso, analista ambiental do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores do Ibama, os motores de menor cilindrada poluem mais porque exigem mais força - e consequentemente maior consumo de combustível - para fazer o carro se movimentar. O álcool, por queimar mais rápido que a gasolina, libera mais gases.


Coube a um Fiat Uno com motor de mil cilindradas o oitavo lugar entre os menos poluentes. Por coincidência, na hora do teste, a montadora usava o álcool como combustível. Quanto à emissão de CO2, um Fiat de mil cilindradas, de oito válvulas, e motor L5, com gasolina, obteve a nota 10, o que representa zero de liberação de gases. O segundo lugar na emissão de CO2 coube também a um Fiat, mas modelo Uno Way, motor 1,0, gasolina. Ele obteve nota 9,9.


A tabela com todas as notas para os veículos fabricados em 2008 pode ser acessada na página do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - www.ibama.gov.br -, no link Nota verde. Lá, pode-se verificar se o carro é pouco ou mais poluente e se emite mais ou menos gases que contribuem para o aquecimento global. É possível também saber detalhes sobre os poluentes emitidos.


Da poluição veicular, 99% resultam da liberação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. "Achamos que divulgar os dados poderia levar proprietários a observar quais os veículos que poluem ou emitem mais ou menos gases", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Site Msn http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=21745453

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Material Aulas 21 e 22/08/2009

Prof. José Carlos Laurindo - Tecpar


Prof. Daniele Adão - Tecpar




segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Módulo Armazenamento

Segue o material disponibilizado pelo palestrante Eduardo Cavalcanti, no dia 15/08/2009



http://www.4shared.com/file/125617479/94f9e822/PAP0019-1709-14h10-AuditrioIPE_2008_KATIA.html

http://www.4shared.com/file/125617537/16ef6a16/Antioxidants_Extend_the_Shelf_Life_of_Biodiesel.html

http://www.4shared.com/file/125617982/8c6bbe36/I_Curso_de_Capacitao_MT_Modulo_VII.html

http://www.4shared.com/file/125618010/e4154f8a/MANIFESTO_FIE_MANUFACTURERS_p1_e_5.html

http://www.4shared.com/file/125618025/bf52e8c6/MANIFESTO_FIE_MANUFACTURERS_p3.html

http://www.4shared.com/file/125618048/97b933fd/MANIFESTO_FIE_MANUFACTURERS_p3_e_4.html

http://www.4shared.com/file/125618054/87144e97/NBR_15512_2008.html


Att. Giovana

Atualizado 31/08/2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Notícias

Brasil e Alemanha unem-se em busca da química verde

Grupos de pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Friedrich-Schiller em Jena (Alemanha) uniram-se em uma parceria internacional com o objetivo de fazer avançar o conhecimento em uma área de fronteira do conhecimento: a chamada "química verde", um conjunto de diretrizes voltado à redução do impacto ambiental dos processos químicos que promete revolucionar a indústria e a economia.

Segundo o professor Omar El Seoud, do Instituto de Química (IQ) da USP, os estudos realizados no âmbito da parceria envolvem dois aspectos principais: o uso de solventes "verdes" e de celuloses de diversas procedências, inclusive de bagaço de cana-de-açúcar.

"Os ésteres e éteres de celulose são usados como fibras, filmes, membranas de hemodiálise, aditivos para medicamentos e alimentos, entre outras aplicações," explica ele.

Os solventes "verdes" utilizados nas pesquisas são líquidos iônicos, uma alternativa de baixo impacto ambiental aos solventes convencionais utilizados em processos químicos industriais.

Líquidos iônicos - "Os líquidos iônicos têm maior estabilidade química e térmica. São extremamente seguros, pois não são inflamáveis e praticamente não têm pressão de vapor, e podem ser reciclados novamente no processo. Ou seja, são isentos dos perigos usuais dos solventes orgânicos clássicos, como o etanol ou o tolueno, que representam riscos de fogo, explosão e decomposição", explicou.

O que distingue o novo processo, de acordo com o cientista, é sua realização sob condições homogêneas, ao contrário do processo industrial atual. "Esse aspecto permite melhor controle das propriedades e, por consequência, das aplicações dos produtos obtidos", disse.

Produtos de alto valor agregado - El Seoud conta que o objetivo do uso desses processos não é produzir commodities, como fibras, mas produtos de especialidades, com valor agregado, como membranas de hemodiálise, cuja eficiência de filtração e compatibilidade com o sangue são cruciais. Para isso, é necessário entender e aperfeiçoar cada etapa da reação.

"Embora o Brasil seja um produtor mundial de pasta de celulose para papel, o país não se destaca como produtor de derivados de celulose com valor agregado, em particular aqueles usados nas indústrias de fiação e farmacêutica", disse.

A indústria farmacêutica, por exemplo, utiliza a celulose microcristalina para produzir pílulas, que, além de uma pequena parte de matéria ativa, são compostas de amido e celulose.

Via de mão-dupla - Segundo o professor, enquanto os brasileiros assimilarão conhecimentos dos parceiros alemães no desenvolvimento de produtos desse tipo - tendo em vista o aproveitamento da grande quantidade de celulose disponível no país -, os alemães se beneficiarão da experiência brasileira com filmes derivados de celulose.

"Ganhamos muito com esse trabalho em conjunto. Eles se interessam principalmente pelos nossos trabalhos com celuloses não-tradicionais, visando à substituição da madeira, como o sisal e o bagaço de cana-de-açúcar", disse.

O projeto de colaboração é coordenado por El Seoud, no lado brasileiro, e por Thomas Heinze, do Centro de Excelência em Pesquisa sobre Polissacarídeos da Universidade de Jena.

Recursos humanos em química verde - "Uma das principais metas da parceria é a qualificação de recursos humanos, que ainda são muito incipientes nessa área tão importante. E o principal diferencial do projeto é que ele não se limita à prática tradicional de enviar estudantes brasileiros para o exterior, mas também traz alunos estrangeiros para os nossos laboratórios. Isso vai ao encontro da necessidade de internacionalização das nossas universidades", disse El Seoud.

As primeiras participantes do intercâmbio são Constance Issbrückner, da universidade alemã - que acaba de encerrar um período de três meses de pesquisas na USP -, e Ludmila Fidale, que partiu nesta terça-feira (4/8) para um período de três meses nos laboratórios de Jena.

"Embora existam ainda muitas barreiras a serem vencidas, nossas universidades oferecem boas condições para receber alunos estrangeiros. A vivência com esses estudantes, formados em escolas de pensamentos diferentes, é uma renovação importante para o nosso grupo", afirmou El Seoud.

Síntese de éteres de celulose - Ludmila conta que o trabalho a ser desenvolvido na Alemanha é parte de sua pesquisa de doutorado. "Vou fazer síntese de éteres de celulose nos laboratórios de Jena. Aqui, trabalhamos muito com os ésteres de celulose, mas não temos experiência com éteres. Lá, vou poder trabalhar, nessa linha, com os líquidos iônicos que eles costumam utilizar. Será uma experiência importante, inclusive porque no IQ-USP somos três pessoas trabalhando diretamente com celulose, enquanto em Jena o grupo especializado nessa área é bem maior, com cerca de 25 pessoas", disse.

Ludmila explica que a colega alemã, com quem trabalhou no laboratório do IQ, aproveitou os equipamentos e a experiência dos professores brasileiros. "Ela veio fazer um trabalho de reflectância e, para isso, utilizou sondas que só temos no Brasil. Ela fez todas as medidas aqui e aproveitou bastante o conhecimento do professor El Seoud sobre essas sondas", destacou. (Fonte: Site Inovação Tecnológica)


Email enviado por Anderson Ortiz Alves